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A Caminho da UE? As Regras que os Turistas Britânicos Tiveram de Lembrar em 2025
Stunning aerial view of the iconic Florence Cathedral dome amidst the cityscape.
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A Caminho da UE? As Regras que os Turistas Britânicos Tiveram de Lembrar em 2025
Os turistas britânicos que planeavam uma viagem à Europa no final de 2025 enfrentaram a maior mudança nas viagens transfronteiriças desde o Brexit. A partir de 12 de outubro de 2025, a União Europeia começou a implementar o seu há muito adiado Sistema de Entrada/Saída (SES), um esquema fronteiriço digital que substitui o conhecido carimbo no passaporte por leituras de impressões digitais e do rosto para visitantes de fora do bloco.
A mudança, noticiada pelo The Independent no início de agosto de 2025, seria introduzida por fases, com implementação total prevista para abril de 2026. Para os milhões de turistas britânicos que entram no espaço Schengen todos os anos, significava um pouco mais de preparação — e a perspetiva de filas mais longas enquanto a nova tecnologia se consolidava.
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O que muda na fronteira
No âmbito do SES, os viajantes britânicos — agora tratados como "nacionais de países terceiros" desde que o Reino Unido saiu da UE — têm de fornecer dados biométricos na primeira vez que entram no espaço Schengen com o novo sistema. Isso significa ter as impressões digitais recolhidas e uma fotografia do rosto captada na fronteira, seja numa cabina específica operada por um agente, seja num dos quiosques automáticos de autoatendimento instalados nos principais pontos de passagem.
A implementação estava prevista para começar a 12 de outubro de 2025, esperando a UE que todos os países participantes estivessem plenamente operacionais até abril de 2026. Bruxelas afirmou que o sistema foi concebido para reforçar a segurança das fronteiras e ajudar a reduzir a migração ilegal, criando um registo digital rigoroso de quem entra e sai. O Governo britânico, por seu lado, alertou que os controlos adicionais podiam provocar tempos de espera mais longos, sobretudo em portos e aeroportos movimentados durante a transição.
O que lhe podem pedir para mostrar
A biometria não era o único item da lista. Os agentes de fronteira passaram a ter o poder de pedir aos visitantes britânicos provas adicionais de que a sua viagem era genuína e de que se conseguiam sustentar no estrangeiro. Aos viajantes podia ser pedido que mostrassem comprovativo de seguro médico, um bilhete de regresso ou de continuação, a confirmação do local onde ficariam alojados e a prova de que dispunham de fundos suficientes para a duração da visita.
Crucialmente, o passo biométrico não era opcional. Quem recusasse fornecer as impressões digitais ou a leitura do rosto exigidas teria a entrada na UE recusada. O conselho para os turistas britânicos era simples: chegar com os documentos organizados, prever tempo extra na fronteira e estar pronto para concluir o registo na cabina ou no quiosque antes de o controlo de passaportes os deixar passar.
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ETIAS: o próximo passo a partir de 2026
O SES era apenas a primeira metade da história. A partir de 2026, os viajantes britânicos também terão de solicitar o Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagem (ETIAS) antes de se dirigirem ao espaço Schengen. Ao contrário do SES, processado na fronteira, o ETIAS é uma autorização online associada ao seu passaporte que tem de ser obtida com antecedência — e tem um custo.
Prevê-se que a autorização seja válida para várias viagens ao longo de vários anos, tornando-a uma tarefa única em vez de uma rotina por viagem para a maioria dos turistas. Quem tiver dúvidas sobre como os dois esquemas funcionam em conjunto pode encontrar um resumo claro na nossa visão geral completa do ETIAS, que explica o que esperar em cada fase. Por agora, a mensagem para 2025 era simples: leve a sua paciência juntamente com o seu passaporte.
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