Como os sistemas informáticos da UE estão a transformar as fronteiras e a segurança
A UE está a construir uma arquitetura digital mais conectada para fronteiras, migração e segurança, com a interoperabilidade no centro.
A UE está a construir uma arquitetura digital mais conectada para fronteiras, migração e segurança, com a interoperabilidade no centro.
A orientação da ABTA sobre o Brexit apresenta as viagens à UE como algo ainda administrável, mas mais processual do que antes. A página reúne as verificações que agora mais importam, desde a validade do passaporte e o limite de 90 dias até ao seguro, ao controlo fronteiriço e à documentação específica de cada viagem.
À medida que o Sistema de Entrada/Saída da UE se aproximava do arranque, as dúvidas dos viajantes passaram do título para os detalhes práticos. A questão central não era apenas quando o EES começaria, mas como funcionariam na prática os carimbos no passaporte, os controlos biométricos, os eGates e as regras de trânsito.
Os carimbos no passaporte no espaço Schengen estão perto de desaparecer para muitos visitantes de fora da UE. O novo Sistema de Entrada/Saída da UE pretende registar as passagens fronteiriças com mais precisão, reforçar a supervisão e modernizar os controlos nas fronteiras externas.
O Brexit não acabou com as viagens entre o Reino Unido e a Europa, mas tornou-as mais restritivas, mais burocráticas e frequentemente mais caras. Os viajantes britânicos enfrentam agora limites de permanência, controlos mais demorados e menos conveniência prática do que no período anterior.
A leitura da ABTA do Livro Branco do Brexit foi cautelosamente positiva para o setor das viagens, mas longe de estar fechada. O documento refletia várias prioridades da indústria, deixando ainda em aberto questões comerciais e políticas importantes.