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Livro Branco do Brexit: O que Sugeriu para os Voos, a Cobertura de Saúde e as Viagens Curtas para a Europa
Travelers board an airplane on the tarmac under a bright sky at the airport.
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Livro Branco do Brexit: O que Sugeriu para os Voos, a Cobertura de Saúde e as Viagens Curtas para a Europa
Várias prioridades do setor surgiram no plano negocial britânico
A ABTA afirmou que o Livro Branco oferecia sinais encorajadores para a indústria das viagens porque fazia referência ao acesso open skies, à continuação da cooperação com a EASA, às viagens sem visto para lazer e deslocações de negócios de curta duração, e à manutenção do EHIC. Para a associação, isso sugeria que o Governo reconhecia a importância económica das viagens e do turismo na futura relação entre o Reino Unido e a União Europeia.
Alguns sinais úteis continuavam a vir com reservas
O documento também referia a possibilidade de as viagens sem visto funcionarem em conjunto com sistemas recíprocos de autorização eletrónica, algo que a ABTA registou no contexto dos futuros arranjos fronteiriços. Ainda assim, a associação sublinhou que o texto apenas expunha os objetivos do Reino Unido e não representava um acordo final, e que a UE e os Estados-Membros teriam as suas próprias posições à medida que as negociações prosseguissem.
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Permaneciam lacunas importantes sobre IVA, trabalho e o acordo final
A ABTA afirmou que o Livro Branco era menos claro em temas como os trabalhadores destacados e o IVA sobre serviços, ambos importantes para as empresas de viagens. A sua mensagem geral foi que a direção parecia construtiva, mas que o desfecho continuaria a depender de mais negociações, da pressão política e da forma do acordo final.
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